Omar Aziz

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omaraziz | 09 March, 2010 14:16

Omar Aziz Noticias
As taxas de juros cobradas pelos bancos no empréstimo pessoal e cheque especial mantiveram-se estáveis no início de março, ante o início de fevereiro, de acordo com pesquisa mensal da Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor do Estado de São Paulo (Procon-SP), órgão vinculado à Secretaria de Justiça e Defesa da Cidadania do Estado. É o quinto mês consecutivo que o empréstimo pessoal apresenta a mesma taxa média, e, no caso do cheque especial, o terceiro. No empréstimo pessoal, a taxa média dos bancos pesquisados manteve-se em 5,17% ao mês para os contratos de 12 meses, mesmo porcentual de fevereiro.

Dentre os dez bancos pesquisados, a única alteração foi promovida pelo Bradesco, que elevou a taxa de empréstimo pessoal de 5,34% para 5,37% ao mês, acréscimo de 0,03 ponto porcentual. No cheque especial, a taxa média dos bancos pesquisados manteve-se em 8,79% ao mês, sem alterações entre as instituições financeiras consultadas.

Os dados coletados referem-se às taxas máximas pré-fixadas para clientes não-preferenciais, independente do canal de contratação - para o cheque especial, foi considerado o período de 30 dias. O levantamento foi feito no dia 2.

A pesquisa envolveu dez instituições financeiras: Banco do Brasil (BB), Bradesco, Caixa Econômica Federal (CEF), HSBC, Itaú, Nossa Caixa, Real, Safra, Santander e Unibanco. Na primeira reunião deste ano, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC), em 26 e 27 de janeiro, o órgão decidiu manter a taxa Selic em 8,75% ao ano, nível inalterado desde julho.

A inadimplência do consumidor teve de fevereiro de 2009 para fevereiro de 2010 a maior queda anual para esse mês desde 2004, mostra indicador da Serasa Experian divulgado nesta terça-feira, 9. A redução foi de 2,2%. Os economistas da empresa associaram a melhora ao crescimento da economia brasileira.

De janeiro a fevereiro, a queda do indicador foi de 3,1%. O recuo foi puxado pela redução de 4,6% na inadimplência de dívidas com cartões de crédito e com financeiras. As devoluções de cheques sem fundos (-4,2%), as dívidas não-honradas junto aos bancos (-1,4%) e os títulos protestados (-13%) também contribuíram para o movimento.

Segundo os economistas da Serasa Experian, o trabalhador que ficou desempregado durante a crise e recuperou o posto no segundo semestre de 2009 teve cautela ao consumir e contrair dívidas. O retorno das condições de crédito e a renegociação de dívidas deram fôlego ao orçamento doméstico. Com bom cenário econômico, criação de empregos e evolução da renda, a perspectiva é de queda no indicador por, pelo menos, todo o primeiro semestre de 2010.

Na comparação entre o primeiro bimestre de 2009 e o mesmo período de 2010, o indicador caiu 5,3% - maior porcentual de queda nessa relação desde 2000. O início do ano passado foi um dos momentos mais críticos da crise econômica mundial, com inadimplência em alta de 4,5%.

Em reunião na manhã desta terça-feira, 9, com o embaixador Pedro Luiz Carneiro de Mendonça, subsecretário de Assuntos Econômicos e Tecnológicos do Itamaraty, o enviado da Casa Branca para tratar da questão das retaliações comerciais, Michael Froman, conselheiro-adjunto de segurança nacional, não apresentou nenhuma proposta para o início das negociações de uma solução alternativa. De acordo com o gabinete de Mendonça, a conversa girou em torno da agenda econômica bilateral como um todo, e o contencioso sobre o algodão foi um dos pontos abordados.



“Se o vírus não escolhe idade, por que só algumas faixas etárias vão receber a vacina contra o H1N1 de graça?”, questionou Isabela, mãe de uma menina de 9 anos, em e-mail encaminhado ao Delas.

Mesma dúvida pode estar na cabeça de outros grupos que também não serão contemplados pela vacinação gratuita contra a gripe A, chamada de suína. Ficaram de fora da campanha em massa – que começou nesta segunda-feira vai até maio – os adultos saudáveis e maiores de 40 anos, além das crianças e adolescentes entre 3 e 19 anos.

O critério para a escolha da população alvo das doses gratuitas, argumenta o Ministério da Saúde, está baseado na primeira onda de contágio da nova gripe, que chegou ao Brasil em maio do ano passado e fez quase 30 mil vítimas. Por ser um vírus novo que nunca antes havia circulado no mundo, foi preciso avaliar o perfil de incidência da primeira epidemia, para então definir o grupo a ser protegido pela imunização nacional e sem custos.

A Petrobras divulgou hoje uma nota ao mercado sobre os investimentos previstos para 2010. De acordo com o comunicado, foram submetidos ao governo federal, dentro do Programa de Dispêndio Global (PDG) e do Orçamento Anual de Investimentos (OAI) para este ano, investimentos de R$ 79,5 bilhões. A nota refere-se à declaração da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, que ontem disse que a companhia iria investir R$ 85 bilhões este ano.

A Petrobras lembra, em nota, que no PDG/OAI para 2010, encaminhado ao governo federal pela estatal, consta o limite orçamentário autorizativo de investimento, que será submetido ao Congresso Nacional. Mas a empresa diz que "é oportuno salientar que o Plano de Negócios da companhia para o período 2010 a 2014 encontra-se em discussão, e tão logo seja aprovado será divulgado amplamente ao mercado".

Segundo a estatal, o plano submetido ao governo federal prevê que, do total de R$ 79,5 bilhões de investimentos, R$ 35,69 bilhões sejam destinados para o item exploração e produção; R$ 30,75 bilhões para abastecimento e petroquímica; R$ 4,82 bilhões para gás e energia; R$ 5,01 bilhões para internacional; R$ 660 milhões para distribuição; R$ 750 milhões para biocombustível e R$ 1,76 bilhão para corporativo.

Omar Aziz

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omaraziz | 09 March, 2010 14:08

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